Meu epitáfio
Meu epitáfio
Aqui jaz um poeta louco
De coração são
Não dedico a nada nem a ninguém
estas passadas-futuras palavras a-póstumas
Minha poesia foi escrita num computador
Poucas utilizei-me de meios comuns
Não sei se escritor morrerei
Mas morri como leitor
Li a vida, tão rápida quanto um poemeto
Esperei a morte tão devagar quanto um calhamaço
Estas palavras estarão em minha tumba mal cuidada
“Amei a quem amou-me, não odiei a ninguém. Vivi como que escreve, morri como quem ora,
orei para a musa, e ela com sua generosidade, fez-me achar que me fiz poeta. Eu a agradeço.”
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