Onze horas
Onze horas
Quando o relógio bate as onze
florea-se aos montes
Vejo de longe
sua beleza cotidiana
Pela manhã descansa
as onze acorda
Quando o astro rei se cansa
você se apronta
e volta a dormir
Dorme que nem planta
Não ouve meu bom dia
responde sem vontade
o meu boa tarde
e faz-se de sonsa
quando dou boa noite
“Como é mal educada essa planta!”
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