Não ao exílio
Não ao exílio
Sempre que leio seus versos
Sobre as palmeiras e o sabiá
Fico entristecido e minhas lágrimas que escorrem para tecido
Pois não imagino
Viver longe de cá
Lá onde estava, não havia
As belezas de cá
Por isso fico desesperado em imaginar
Se eu fosse exilado e tivesse que ir pra lá
Poeta, mesmo que a muito tempo
Contigo essa dor se foi
Eu a entendo
"As aves que aqui gorjeiam
Não gorjeiam como lá"
Comentários
Postar um comentário