Arma
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Arma
O medo me toma conta, o buraco apontado para minha cabeça me diz: Morra! Absurdo, atrás dele um homem, que me faz juras de amor, enquanto choro, me diz pra ama-lo, mas sob essas situações, eu choro, sem conseguir responder, sem saliva na boca, com um medo ancestral da morte, da violência, me faz dizer.
— Eu te amo!
É um socorro, não uma paixão, não há escolhas, eu agora, só queria a morte, a minha e a dele.
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